West Ham – Manchester City (Premier League)
Apesar do décimo quinto lugar, os Hammers ainda não estão a salvo. A zona de despromoção está a seis de distância mas as quatro jornadas que restam não são pera doce. O City foi a Swansea já com o título garantido mas nem por isso levantou o pé do acelerador. Uma mão cheia de golos e uma mensagem clara: ainda há recordes a estabelecer e o campeão quer terminar em alta.
David Moyes sabe que os seis pontos que a equipa conseguiu cavar para os três do fundo da tabela não são suficientes para relaxar. O West Ham está na posição quinze, com trinta e cinco pontos somados. Tantos quantos o Huddersfield Town Cress e o Crystal Palace, um a mais que o Swansea de Carlos Cavalhal. Mas as quatro jornadas que restam cumprir são todas de exigência elevada: Leicester fora; City, United e Everton em casa.
A verdade é que os Hammers venceram apenas um dos últimos sete jogos (1V/ 2E/ 4D), frente ao Southampton (3-0), e apesar de terem surpreendido na deslocação a Stamford Bridge (1-1), foram goleados na semana passada, no dérbi com o Arsenal (4-1). O marcador final é enganador. Até aos dez últimos minutos o jogo estava empatado. Marko Arnautovic anulou aos sessenta e quatro o golo de Nacho Monreal. Só aos oitenta e dois, Aaron Ramsey rompeu o dique, que Alexandre Lacazette aproveitou para bisar.
David Moyes continua sem poder contar com os lesionados Pedro Obiang, Winston Reid, Sam Byram e Michail Antonio. James Collins está em dúvida para domingo.
Onze Provável: Adrián – Rice, Ogbonna, Cresswell – Zabaleta, Kouyaté, Noble, Masuaku – João Mário, Arnautovic, Lanzini.
O Manchester City fo
i a Swansea já com o título garantido mas nem por isso levantou o pé do acelerador. A equipa comandada por Pep Guardiola quer terminar a temporada em alta e o treinador catalão diz que se a cenoura de estabelecer recordes ajudar, não tem nada contra. E é também uma estratégia de reação à deceção da Liga dos Campeões, que podia afetar o ânimo dos jogadores.
Os Cityzens podem ser a primeira equipa da Premier League a terminar a época com mais de cem pontos e com o maior número de golos marcados – noventa e oito a esta altura, com uma diferença de golos de setenta e três. São números absurdos que sempre estimulam. Mas o recado do catalão vai mais longe. Ele quer que os jogadores descansem depois dos jogos, e voltem ao trabalho com concentração máxima. Até porque, acrescenta, ele já está a falar com a direção no planeamento da próxima época. Trocado por miúdos, quem fica e quem sai ainda está em cima da mesa. Num plantel como este ninguém pode dar o lugar como garantido.
No triunfo no Vitality Stadium, frente aos Swans de Carvalhal, as contribuições para o capítulo da concretização vieram de todos os lados. David Silva deu o mote, Raheem Sterling, Kevin de Bruyne, Bernanrdo Silva e Gabriel Jesus seguiram-lhe o exemplo. Mesmo sem ter marcado, Leroy Sané mereceu por estes dias rasgados elogios do treinador, que lhe antevê um futuro brilhante desde que ele trabalhe arduamente para concretizar todo o potencial que tem.
Sergio Aguero e John Stones, ambos com limitações físicas, são as únicas baixas no lado dos Cityzens.
Onze Provável: Ederson – Walker, Kompany, Otamnedi, Delph – De Bruyne, Fernandinho, David Silva – Bernardo Silva, Jesus, Sané.
| Manchester City | 2-1 | West Ham |
Premier League 2017/18
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| West Ham | 0-4 | Manchester City |
Premier League 2016/17
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| West Ham | 0-5 | Manchester City |
FA Cup 16/17
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| Manchester City | 3-1 | West Ham |
Premier League 2016/17
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No Etihad, em dezembro o City venceu pela margem mínima. Ogbonna até marcou primeiro mas Otamendi e David Silva juntaram-se para dar a volta ao resultado. Mas, curiosamente, nas duas últimas deslocações ao terreno dos Hammers, goleou sem capacidade de resposta.


