Sérvia – País de Gales (Mundial 2018)
O País de Gales precisa mesmo de encurtar distâncias para o primeiro classificado do Grupo D mas a seleção comandada por Chris Coleman segue para Belgrado com ausências de peso. Bale e Neil Taylor estão castigados e há mais uma mão cheia de lesionados, o último dos quais Robson-Kanu. Além do mais, a Sérvia segue imbatível e em boa forma. E não pode facilitar porque está em igualdade pontual com a República da Irlanda.
A Sérvia lideram o Grupo D de qualificação europeia para o Mundial da Rússia, com onze pontos. Está em igualdade pontual e exatamente com o mesmo registo de resultados que a República da Irlanda: três vitórias e dois empates. Neste momento, os sérvios levam vantagem na contagem dos golos. Doze marcados e seis sofridos, em contraponto com os sete e três dos irlandeses.
A seleção dos Balcãs iniciou a fase de apuramento com um empate em casa frente aos irlandeses (2-2) mas depois desse impacto inicial só voltou a ceder pontos na visita a Cardiff (1-1), em novembro do ano passado. Os triunfos sobre a Moldávia (0-3), Áustria (3-2) Geórgia (1-3) fazem com que a Sérvia se mantenha imbatível no contexto dos duelos do Grupo D. Se nos focarmos apenas nos jogos disputados em solo doméstico, é preciso recuar atá outubro de 2015 para descobrir a última derrota da Sérvia diante do seu público e o responsável foi Portugal.
Em setembro a Sérvia recebe a Moldávia, o último classificado deste agrupamento, antes de viajar até à Irlanda.
Onze Provável: Stojkovic – Ivanovic, Maksimovic, Kolarov – Rukavina, Milivojevic, Matic, Obradovic – Kostic, Tadic, Mitrovic.
O País de Gales precisa urgenteme
nte de encurtar distâncias para os primeiros classificados mas as coisas não correm de feição a Chris Coleman. O nulo de março na República da Irlanda teve mais consequências do que a cedência de pontos. Gareth Bale completou uma série de amarelos e Neil Taylor foi expulso: ambos ficam fora das contas por castigo. Juntavam-se assim aos lesionados James Collins, Andy King e Jonny Williams. Já depois da concentração para a deslocação a Belgrado, Coleman teve que dispensar mais dois elementos devido a questões físicas: Ben Woodburn e Hal Robson-Kanu. Sam Vokes, o jovem avançado do Burnley FC deve ser o escolhido para liderar o ataque mas quem o irá acompanhar é uma grande interrogação. Com a falta de recursos ofensivos custa a ver como a seleção galesa pode operar o milagre de se impor a um adversário que é muito forte a jogar em casa.
Gales está na terceira posição do Grupo D, com sete pontos, os mesmos que tem a Áustria. Os adversários diretos vão jogar à Irlanda no domingo, o que pode equivaler a cedência de pontos. Gales só venceu um jogo nesta qualificação, logo o primeiro, em casa com os moldavos (4-0). Seguiram-se quatro empates – Áustria (2-2) e Rep. Irlanda (0-0) fora; em casa com georgianos (1-1) e sérvios (1-1) – o que, considerando a prestação forte no último europeu, representa uma enorme desilusão.
Tão importante como esta ida à Sérvia será o primeiro compromisso da jornada dupla de setembro, que levará o País de Gales a território austríaco.
Onze Provável: Hennessey – Gunter, Chester, Williams, Jazz Richards, Davies – Ledley, Ramsey, Allen – Sam Vokes, Bradshaw.
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País de Gales
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1-1 |
Mundial 2018 (Q)
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País de Gales
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0-3 |
Mundial 2014 (Q)
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Sérvia
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6-1 |
País de Gales
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Mundial 2014 (Q)
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O encontro em Cardiff terminou empatado a um: Gareth Bale marcou para os da casa, Aleksandar Mitrovic fez a igualdade a cinco minutos do fim. Esta coisa de se adiantar no marcador e ser surpreendido na fase final das partidas também tem sido uma assinatura do País de Gales neste apuramento.






