Celtic – Rosenborg (Liga dos Campeões)
O Celtic viaja para a Noruega depois de ter passado pelo Linfield com extrema facilidade mas Mikel Lustig avisa os companheiros de que é um erro subestimar o Rosenborg. É certo que o bicampeão norueguês há dez anos que não chega à fase de grupos da Liga Milionária e que precisou de ir a prolongamento para se livrar do Dundalk. Mas o excesso de confiança pode ser fatal para Brendan Rodgers e companhia.
A eliminatória anterior foi limpinha para o Celtic. O Linfield não ofereceu resistência capaz à força ofensiva do conjunto às ordens de Brendan Rodgers. Os irlandeses do norte encaixaram seis golos no somatório das duas mãos – dois em Belfast e quatro em Glasgow – sem conseguirem molhar a sopa. Tom Rogic marcou nos dois jogos, Scott Sinclair bisou no encontro em casa. No conjunto foi uma prestação muito confiante da formação escocesa. Acresce agora que historial parece estar claramente a favor do Celtic. Leva vantagem nos confrontos diretos com o Rosenborg (4V/ 1D) e na prestação caseira. Em vinte e cinco encontros de qualificação para a Liga dos Campeões disputados no seu estádio, o campeão escocês só perdeu quatro (19V/ 2E/ 4D).
Para esta receção Brendan Rodgers enfrenta alguns problemas de seleção do onze inicial. Moussa Dembélé apresentou queixas musculares nos treinos desta semana e está em dúvida. Com Leigh Griffiths a cumprir um jogo de castigo por provocações aos adeptos do Linfield, a equipa fica assim sem os seus dois avançados de raiz. Supostamente, há conversações adiantadas entre o Celtic e o Marseille para a venda de Dembélé, com os franceses a tentarem-se antecipar ao interesse de Everton e AC Milan, que também estarão na corrida.
Onze Provável: Gordon – Lustig, Ntcham, Simunovic, Tierney – McGregor, Brown – Forrest, Rogic, Sinclair – Dembélé.
O Rosenborg suou as estopinhas para ultrapassar o Dundalk na segunda pré-eliminatória. Depois de dois empates a um durante os noventa minutos o tira-teimas veio na forma de prolongamento. O golo de Matt Vilhjálmsson, aos noventa e oito, valeu a passagem à ronda seguinte. Pode assim parecer que os noruegueses são presa fácil mas essa avaliação é um erro grosseiro.
Como todas as equipas do norte da Europa hoje, é bem organizada e sólida. Coisas de que o Celtic não poderá ser acusado. E depois, a capacidade de luta do Dundalk está por demais comprovada em tempos recentes. Há dez anos que o clube norueguês não alcança os grupos da Champions e está agora muito perto dessa possibilidade. Uma motivação que não se pode desmerecer.
O Rosenborg vai para a décima sexta jornada da Liga Dinamarquesa, que comanda com três pontos a mais que o Sarpsborg 08. A equipa de Kare Ingebrigtsen pode não ser um portento ofensivo, esse será o seu calcanhar de Aquiles. Mas frente a um adversário que se desposiciona em ações ofensivas pode ter o seu momento.
Onze Provável: Hansen – Hedenstad, Reginiusen, Skjelvik, Meling – Jensen, Konradsen, Midtsjo – Jevtovic, Bendtner, De Lanley.
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Rosenborg
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2-0 |
Liga dos Campeões 2001/02
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Celtic
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1-0 |
Rosenborg
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Liga dos Campeões 2001/02 |
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Rosenborg
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1-3 |
Celtic
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Taça Campeões Taças 1972/73
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Celtic
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2-1 |
Rosenborg
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Taça Campeões Taças 1972/73
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Já sabemos que as equipas de Rodgers são aguerridas, dão o litro, e embalam quando as coisas começam a correr de feição. Mas a defesa é um conceito que lhes é estranho. O Celtic venceu três dos quatro confrontos anteriores com o Rosenborg, perdendo apenas o último, na Noruega, há dezasseis anos, na fase de grupos da Liga dos Campeões.




