Malta – Croácia (Euro 2016)
A Croácia vai a Malta no último jogo do grupo H, com os ouvidos atentos ao que se passar ali ao lado, em Itália. Já lá vai o tempo em que uma visita a La Valletta equivalia a goleada mas Malta continua a ser um adversário acessível e os croatas precisam dos três pontos para ainda ambicionarem ao apuramento direto. Mas não chega, é preciso que a Noruega não vença o seu jogo.
Malta já não tem como escapar ao último lugar do grupo Há de qualificação para o Euro 2016. Tem dois pontos, resultantes de outros tantos empates. Em novembro do ano passado trouxe um ponto histórico da deslocação a Sofia, empatando com a Bulgária por uma bola. Já em setembro de 2015 conseguiu outra aberta e, pelo mesmo resultado (1-1), surpreendeu o Azerbaijão, em casa. A equipa do Mediterrânio conta três golos marcados e quinze sofridos, o que significa que diante do Azerbaijão fez dois terços da sua concretização nesta fase de qualificação inteira, nove jogos.
No sábado os homens de Petro Ghedin foram as Oslo e regressaram com a esperada derrota (2-0).
Onze provável: Hogg – Borg, Zach Muscat, Alex Muscat, Failla – Fenech, Rowan Muscat, Briffa, Effiong – Schembri.
A Croácia entra nesta ronda derradeira no terceiro posto do grupo H, com dezassete pontos, dois a menos que a Noruega e a quatro da Itália. Com o triunfo por três a zero em Zagreb, frente à Bulgária, garantiram pelo menos o prémio de consolação. Na pior das hipóteses, e com os búlgaros a nove pontos de distância, vão ao play-off. Mas há cenários bem mais aprazíveis para a equipa dos Balcãs. Partindo do princípio que vencem em La Valletta ficam com vinte pontos. Se a Dinamarca perder o jogo com a Itália as duas trocam de posição na tabela classificativa e a Croácia carimba já o seu passaporte para a fase final do Europeu, em França. Mas mesmo que dinamarqueses e italianos empatem – continuando a partir do pressuposto obrigatório de que a Croácia não desperdiça os seus três pontos – continuam a sair em vantagem. Nesse caso croatas e nórdicos ficariam em igualdade pontual mas o critério de desempate seguinte – os confrontos diretos – é favorável aos homens de Ante Cacic. A Croácia venceu o encontro em Zagreb por cinco bola a uma e foi derrotada em Oslo (2-0), sofrendo apenas dois golos.
A Croácia sofreu apenas um desaire nesta fase de qualificação, precisamente na deslocação à Dinamarca. Com a Itália garantiu duas igualdades, tanto em casa como fora por 1-1, e também foi empatar com o Azerbaijão a Baku (0-0).
A estreia de Ante Cacic à frente da equipa não podia ter corrido melhor. Logo aos dois minutos de jogo Ivan Peresic abriu as hostilidades, mudando logo o rumo do encontro a favor da Croácia. Antes do intervalo Ivan Rakitic reforçou a vantagem e à entrada para os últimos dez minutos Kalinic fechou a contagem. Os três pontos mantiveram o sonho de qualificação direta sobre a mesa mas vieram com um custo. Luka Modrid teve que ser substituído com queixas musculares na coxa e já foi confirmado que o médio do Real Madrid não estará em condições de alinhar no próximo jogo. Duje Cop, que foi expulso aos oitenta e nove minutos também fica fora dos planos de Cacic.
Onze Provável: Subasic – Srna, Corluka, Vida, Pranjic – Badelj, Kovacic – Peresic, Rakitic, Pjaca – Kalinic.
| Croácia | 2-0 | Malta | Euro 2016 (Q) |
| Malta | 1-3 | Croácia | Euro 2012 (Q) |
| Croácia | 3-0 | Malta | Euro 2012 (Q) |
| Malta | 1-1 | Croácia | Mundial 2006 (Q) |
| Croácia | 3-0 | Malta | Mundial 2006 (Q) |
| Croácia | 2-1 | Malta | Euro 2000 (Q) |
| Malta | 1-4 | Croácia | Euro 2000 (Q) |
Croácia e Malta contam seis embates, cinco dos quais ganhos pela equipa dos Balcãs. O melhor que a seleção do Mediterrânio conseguiu foi um empate na qualificação para o Mundial 2006.








