Leganés – Atlético de Madrid (La Liga)
O Leganés teve estreia de luxo na Liga Espanhola, garantindo os três pontos em Balaídos, e agora prepara-se para a visita do Atlético de Madrid. Os Colchoneros tiveram um arranque em falso, dividindo os pontos com outro dos recém-promovidos a La Liga, o Alavés. Os dois golos aconteceram já para lá dos noventa e no final Simeone estava em estado de choque.
Desde 1928 que o Leganés não estava no primeiro escalão espanhol portanto é fácil entender o entusiasmo da base de apoio perante esta temporada de 2016-17. A estreia não podia ser mais auspiciosa. Os Pepineros foram ao Municipal de Balaídos somar três pontos frente ao “europeu” Celta de Vigo. A equipa mostrou personalidade e não foi à Galiza para jogar encolhido. Muito pelo contrário. Foi uma partida bastante aberta, com ambas as partes a tentarem a sua sorte. É certo que o clube da Comunidade de Madrid beneficiou de um erro arbitral, que anulou um golo a Iaspas a meio do primeiro tempo, por um suposto fora de jogo que não existiu. Se valesse podia perfeitamente ter mudado a orientação do embate a favor dos galegos. Mas o Leganés fez o que lhe competia: lutou para criar oportunidades. Aos setenta e cinco Victor Díaz fez de recarga o golo que valeu os primeiro três pontos dos Pepineros na Liga Espanhola, na sequência de um canto.
Esta semana o clube recebeu mais um reforço para o ataque. Mamadou Koné, avançado de vinte e quatro anos contratado ao Racing, assina por cinco temporada.
Rubén Pérez vai enfrentar no sábado o clube onde se formou e a quem diz dever tudo. O médio foi muito cedo para a academia dos Colchoneros e o clube é-lhe muito próximo. Ainda assim, diz, que no sábado vai entrar em campo com a intensão de vencer o jogo.
O único elemento indisponível é David Timor, que viu vermelho direto no jogo de Balaídos.
Onze Provável: Serantes – Bustinga, Rico, Mantovani, Marín – Alberto, Rubén Pérez – Victor Díaz, Gabriel, Szymanowski – Guerrero.
O golo de Manu Garcia, aos no
venta e cinco minutos, silenciou o Vicente Calderón no domingo passado. Diego Simeone disse que lhe ficou um sabor amargo na boca com o resultado final. Foi um verdadeiro balde de água gelada. Como lhe competia, o Atlético de Madrid dominou por completo a partida frente ao recém-promovido Alavés. Ainda assim, o marcador manteve-se em branco até ao terceiro minuto dos descontos, quando Kévin Gameiro concretizou uma grande penalidade cometida sobre Fernando Torres. Ainda se respirava de alívio no banco colchonero e já o conjunto visitante fazia a igualdade na baliza oposta.
O Atlético foi a jogo sem Antoine Griezmann, que cumpria castigo, mas isso não é justificação para uma incapacidade em converter o ascendente na partida em golos. Desta vez, o francês será opção e deve alinhar ao lado de Gameiro na frente de ataque. Na quinta-feira Griezmann esteva no sorteio da UEFA como um dos três finalistas – Bale e Cristiano eram os outros – ao prémio de melhor jogador a atuar na Europa. No rescaldo da cerimónia, onde o português recebeu o troféu, o francês falou da grande época que teve, da final da Champions e da campanha no Euro 2016 para justificar a sua ambição de elevar o seu nível para “comer à mesa de Messi e Cristiano”.
Moyá e Alessio Cerci são os lesionados do plantel.
Esta semana os Colchoneros tornaram oficiais as saídas de Oliver Torres, Diogo Jota – ambos para o FC Porto – e Javier Manquillo, para o Sunderland. O clube madrileno também ficou a conhecer os adversários que terá que enfrentar no grupo da Liga Milionária: PSV, Rostov e Bayern de Madrid.
Onze Provável: Oblak – Juanfran, Savic, Godín, Felipe Luis – Saul Ñiguez, Augusto Fernández, Gabi, Koke – Gameiro, Griezmann.
| Atlético Madrid | 0-2 | Leganés |
Liga Adelante 2001/02
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| Leganés | 0-3 | Atlético Madrid |
Liga Adelante 2001/02
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| Atlético Madrid | 1-0 | Leganés |
Segunda 2000/01
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| Leganés | 1-2 | Atlético Madrid |
Segunda 2000/01
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Leganés e Atlético de Madrid cruzaram caminhos durante duas temporadas, quando os Colchoneros andaram relegados pela segunda divisão. Os Pepineros venceram na última visita ao Calderón, em 2002.



