12 anos de espera, seis meses de estágio e um “balde de água fria” na estreia. A seleção do Qatar perdeu o encontro que assinalou a sua estreia absoluta na fase final de um Campeonato do Mundo e tornou-se na primeira anfitriã de sempre a perder o encontro de abertura.

Equador sem cortesia

A expectativa do público “qatari” relativa à estreia da sua seleção era elevada. O estádio Al Bayt, em Al-Khor, encheu com mais de 67 mil espetadores nas bancadas, mas as coisas não correram de feição aos donos da casa.

A seleção equatoriana, favorita à conquista dos três pontos, desde cedo que procurou chegar-se à frente e a vitória começou a desenhar-se logo aos 16 minutos, graças a um golo de Enner Valencia na conversão de uma grande penalidade. Minutos antes, Daniele Orsato já tinha invalidado um golo à formação sul-americana.

A superioridade equatoriana era clara, assim como a maior capacidade tantos em termos técnicos quanto táticos. Pouco depois da meia hora de jogo, Enner Valencia reforçou o estatuto de primeiro herói deste Mundial 2022 ao fazer o 2-0 e selou as contas de um encontro com pouca história e sempre co “sinal mais” para a equipa equatoriana.

A seleção equatoriana conquistou os primeiros três pontos no Grupo A deste Mundial 2022 e fica à espera para perceber o que é que farão as seleções de Países Baixos e Senegal que têm compromisso agendado para esta segunda-feira (21).

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Anfitrião nunca tinha perdido

A seleção do Qatar foi a primeira anfitriã de um Campeonato do Mundo a perder o jogo inaugural.

Até agora, em 21 edições, com 22 organizadores – lembre-se que, em 2022, Coreia do Sul e Japão organizaram conjuntamente -, os anfitriões da maior prova de seleções do globo somavam um total de 16 triunfos e seis empates.

A tendência para estreias positivas dos anfitriões é uma evidência, mas afinal, quem foram os conjuntos que não conseguiram triunfar a abrir?

Considerando que o início da disputa do Campeonato do Mundo remonta ao ano de 1930, foi preciso esperar até 1966, no Mundial de Inglaterra, para encontrarmos o primeiro “deslize” de uma seleção anfitriã.

A Inglaterra, anfitriã do Mundial 1966 que haveria de vencer a competição empatou sem golos com o Uruguai a abrir.

Quatro anos depois, a tendência acabaria por se manter com um nulo entre o México a equipa de União Soviética.

Em Espanha, no ano de 1982, “La Roja” não foi além de um empate a um com as Honduras, ao passo que em 1994, nos Estados Unidos, os locais dividiram pontos (1-1) com a Suíça.

Já em 2002, enquanto a Coreia do Sul entrou a vencer, a seleção japonesa não conseguiu mais que um empate a dois com a Bélgica.

Uma vez que Brasil (2014) e Rússia (2018) entraram a vencer nas últimas duas edições dos Campeonatos do Mundo, até hoje, a última vez que uma equipa organizadora não tinha entrado a vencer tinha sido a África do Sul, em 2010, frente ao México.

Duro golpe nas aspirações do Qatar

A seleção “qatari” seria sempre a formação “menos” deste Grupo A, ou seja, a equipa com menos hipóteses no que concerne ao apuramento.

Na hierarquia do Grupo A, a seleção dos Países Baixos parece partir na frente, ao passo que senegaleses e equatorianos deverão lutar pelo segundo lugar.

A derrota inaugural corresponde a um duro golpe nas aspirações do Qatar relativas a uma possível surpresa na competição. As odds para apostas no Mundial 2022 refletem o quão mais improvável se tornou a possibilidade de a seleção do Qatar se apurar.

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